Vamos fazer o bem?

Qual é o primeiro pensamento que lhe vem à cabeça, o que V. sente ao ler estas curtas palavras?
Provavelmente V. pensará que consiste em fazer caridade, realizar algum trabalho voluntario de apoio a pessoas necessitadas, doentes; talvez visitar crianças abandonadas em orfanatos, pacientes idosos esquecidos em hospitais ou hospícios, até alguém que amarga a perda da liberdade em alguma penitenciaria… por vezes lavar sua própria alma doando somas em dinheiro a entidades específicas que cuidam dos mais variados casos, tais como crianças com câncer, soropositivos, dependentes químicos, sem-teto e tantos outros. Tudo válido, indispensável e absolutamente necessário.
Porém, tudo isso parece ser apenas a ponta do iceberg.
Estas condições mais prementes, facilmente percebidas em toda sua crueza e que saltam aos olhos, tornam-se o foco principal dos esforços da sociedade em aliviar de alguma forma o sofrimento dos menos favorecidos irmãos de caminhada.
Sem dúvida alguma, um serviço maravilhoso, compassivo e decisivo.

No entanto, muito resta por fazer na sociedade em que vivemos. 
Quantas pessoas V. conhece que não se encaixam nas situações acima, mas que sofrem também por um sem número de situações, tais como tristeza, dor pela perda de entes queridos, solidão, isolamento, angústia, abusos, amargura, desamor, carência, baixa autoestima; seres desvitalizados, vivendo no passado, ressentidos, dependentes, possessivos, inseguros, ou que simplesmente perderam a alegria de viver, o rumo, a missão de vida?
Hoje somos bombardeados incessantemente pela mídia mais brega, que exalta os eternamente jovens de corpo sarado, pessoas “prósperas”, desfrutando de tudo do bom e do melhor que o mundo material pode-lhes proporcionar, com as cada vez mais numerosas revistas de fofoca trazendo em destaque milhares de imagens destes “heróis” que buscam a qualquer preço a riqueza e o sucesso efêmero com base em valores passageiros, superficiais, distantes anos-luz do que é essencial na vida.
Este “modelo” atual com certeza fere na alma a grande maioria das pessoas, as quais não conseguem preencher os necessários predicados ou, pelo ritmo do trem da vida, já os perderam, e em muitos casos, buscam desesperadamente trazê-los de volta com práticas estéticas caras, invasivas e fugazes, passando em mais alguns anos a engrossar o grupo dos que perderam a alegria de viver.

A felicidade verdadeira pode ser encontrada, está à mão, mas precisamos antes entender que não somos o corpo físico, um veiculo que nos serve nesta breve passagem pelo planeta…
Muitos dos que leem este quinzenal, com certeza já sabem, por experiência própria, onde encontrá-la e como fazer para que ela não nos abandone. Não é mesmo?
As receitas são infinitas, visto que cada um de nós é um ser único, esplêndido, capacitado e forte de alma quando finalmente consegue olhar pra dentro de si e descobrir os verdadeiros tesouros que estão lá guardados, esperando somente serem trazidos à luz da Consciência. As vibrações, a cada passo dado, a cada experiência incorporada, tornam-se mais refinadas, sutis, amorosas e nos permitem desfrutar toda a bem-aventurança que o Universo, do qual somos manifestação e expressão, coloca em nossas mãos. É “crer para ver”! Qualquer que seja o caminho trilhado, quer pela meditação, pelo reiki, pela leitura edificante, pelo autoconhecimento, pela yoga, pela musicoterapia, pelos florais, terapias energéticas mil; o resultado é pontual: expandimos a percepção do Todo, entramos aos poucos em sintonia fina com nossa missão de vida, perdemos todo tipo de medo, inclusive da morte, e buscamos fazer mais, sempre mais, po is a evolução não pára nunca, é infinita tal qual o Cosmos.

E aqui chegamos ao ponto fundamental. 
Quer ser ainda mais feliz? É simples, procure ajudar alguém em sua transformação, sendo exemplo para ele ou -melhor ainda-, proporcionando-lhe os meios (a energia e a informação apropriada), para que sua essência volte a brilhar, assumindo de vez o leme de seu “barco” navegando -por fim-, seguro pelo oceano da vida.
Sim, podemos, diria até que devemos auxiliar os que estão perto, os que moram em nossa própria casa, em nosso prédio, os colegas no ambiente de trabalho, os amigos mais ou menos próximos e todos os que conseguirmos perceber como necessitados aos olhos do coração.
Somos seres espirituais encarnados e funcionamos também como emissores e receptores de frequências, de energia universal, inclusive de cura. Acima da dimensão da matéria, a intenção pura e o propósito altruísta são instrumentos poderosos, livres de ruídos, que conseguem realizar verdadeiros milagres, quando bem empregados. Basta boa vontade, perseverança e muito amor incondicional; ficando isentos, portanto, de qualquer critica que nos separe e abraçando a Unidade de tudo que há na Criação, de tudo que existe nos Reinos da Natureza.
A técnica já está amplamente testada e consagrada, inclusive contando com centenas de textos no STUM indo em profundidade na informação; falta ter a determinação e a perseverança para empregá-la em prol dos “outros”, na realidade, a outra parte de nós.
Foram os antigos Kahunas Havaianos os mestres que nos deixaram este magnífico legado: o Ho’oponopono, usado em sua origem pelos membros de uma família, quando algum deles tivesse ficado doente, supostamente por ter quebrado alguma lei espiritual.
Conscientes de que somos todos um só começamos a sessão com esta frase:

“Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema”.

A seguir: “Sinto muito. Perdoe-me. Te amo. Sou grato”.
V. pode continuar com o pedido até perceber que a mensagem “chegou ao seu Destino”… ouça sempre sua intuição, confie nela.
O Ho’oponopono é hoje meu companheiro constante, ao acordar, ao deitar (e sempre que preciso), peço ajuda para uma bela lista de amigos e amigas. Virou meu mantra, amigo e colega de serviço, uma referência permanente da Luz que em todos reside, mas que muitos teimam em esquecer.
Seja muito feliz, como merece e merecem tantos irmãos e irmãs à sua volta.

Namastê (O Deus que É em mim saúda o Deus que É em Você). Sergio STUM – Site Somos Todos Um

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