Arquivo | outubro 2013

ATITUDES QUE DRENAM ENERGIA

Sou super ligada na questão de energia.

Este texto é de extrema utilidade, tem uma abordagem simples e direta, merecendo ser lido.

Foi isto que me levou a reproduzi-lo aqui para dividi-lo com meus amigos e pessoas ligadas ao tema.

É um assunto que dá margem a muita discussão e daria bons momentos de um papo agradável.

Espero que quem chegue a ler ache interessante como achei.

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1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos – Falta de cuidado com o corpo

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Por: Vera Caballero

Publicado na página MUNDO DE GAYA – Facebook

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No tempo da minha infância – (Ismael Gaião)



brincadeiras de crianças

No tempo da minha infância
Nossa vida era normal.
Nunca me foi proibido
Comer muito açúcar ou sal.
Hoje tudo é diferente,
Sempre alguém ensina a gente
Que comer tudo faz mal!

Bebi leite ao natural,
Da minha vaca Quitéria
E nunca fiquei de cama
Com uma doença séria!
As crianças de hoje em dia
Não bebem como eu bebia
Pra não pegar bactéria…

A barriga da miséria
Tirei com tranquilidade,
Do pão com manteiga e queijo
Hoje só resta a saudade.
A vida ficou sem graça,
Não se pode comer massa
Por causa da obesidade.

Eu comi ovo à vontade,
Sem ter contra-indicação,
Pois o tal colesterol,
Pra mim, nunca foi vilão…
Hoje a vida é uma loucura!
Dizem que qualquer gordura
Nos mata do coração…

Com a modernização,
Quase tudo é proibido,
Pois sempre tem uma Lei
Que nos deixa reprimido…
Fazendo tudo o que eu fiz,
Hoje me sinto feliz,
Só por ter sobrevivido…

Eu nunca fui impedido
De poder me divertir,
E nas casas dos amigos
Eu entrava sem pedir…
Não se temia a galera
E naquele tempo era
Proibido proibir.

Vi o meu pai dirigir,
Numa total confiança,
Sem apoio, sem air-bag,
Sem cinto de segurança…
E eu, no banco de trás,
Solto, igualzinho aos demais,
Fazia a maior festança!

No meu tempo de criança,
Por ter sido reprovado
Ninguém ia ao psicólogo,
Nem se ficava frustrado.
Quando isso acontecia,
A gente só repetia…
Até que fosse aprovado.

Não tinha superdotado,
Nem a tal dislexia…
E a hiperatividade
É coisa que não se via.
Falta de concentração
Se curava com carão
E disso ninguém morria.

Nesse tempo se bebia
Água vinda da torneira,
De uma fonte natural,
Ou até de uma mangueira…
E essa água engarrafada
Que diz-se esterilizada
Nunca entrou na nossa feira.

Para a gente era besteira
Ter perna ou braço engessado,
Ter alguns dentes partidos,
Ou um joelho arranhado…
Papai guardava veneno
Em um armário pequeno
Sem chave e sem cadeado.

Nunca fui envenenado
Com as tintas dos brinquedos,
Remédios e detergentes
Se guardavam, sem segredos.
E descalço, na areia
Eu joguei bola de meia
Rasgando as pontas dos dedos.

Aboli todos os medos
Apostando umas carreiras
Em carros de rolimã,
Sem usar cotoveleiras…
Pra correr de bicicleta
Nunca usei, feito um atleta,
Capacete e joelheiras.

Entre outras brincadeiras
Brinquei de Carrinho de Mão
Estátua, Jogo da Velha,
Bola de Gude e Pião,
De mocinhos e Cowboys
E até de super-heróis
Que vi na televisão.

Eu cantei Cai-Cai Balão,
Palma é palma, Pé é pé,
Gata Pintada, Nesta Rua,
Pai Francisco e De Marré.
Também cantei Tororó,
Brinquei de Escravos de Jó
E do Sapo não lava o pé.

Com anzol e jereré
Muitas vezes fui pescar
E só saía do rio
Pra ir pra casa jantar.
Peixe nenhum eu pagava,
Mas os banhos que eu tomava
Dão prazer em recordar.

Tomava banho de mar
Na estação do verão,
Quando papai nos levava
Em cima de um caminhão.
Não voltava bronzeado,
Mas com o corpo queimado,
Parecendo um camarão.

Sem ter tanta evolução
O Playstation não havia,
E nenhum jogo de vídeo
Naquele tempo existia.
Não tinha vídeo-cassete,
Muito menos internet,
Como se tem hoje em dia.

O meu cachorro comia
O resto do nosso almoço…
Não existia ração,
Nem brinquedo feito osso.
E para as pulgas matar
Nunca vi ninguém botar
Um colar no seu pescoço.

E ele achava um colosso
Tomar banho de mangueira,
Ou numa água bem fria,
Debaixo duma torneira.
E a gente fazia farra
Usando sabão em barra
Pra tirar sua sujeira.

Fui feliz a vida inteira
Sem usar um celular.
De manhã ia pra aula,
Mas voltava pra almoçar.
Mamãe não se preocupava,
Pois sabia que eu chegava
Sem precisar avisar.

Comecei a trabalhar
Com oito anos de idade,
Pois o meu pai me mostrava
Que pra ter dignidade
O trabalho era importante,
Pra não me ver adiante
Ir pra marginalidade.

Mas hoje, a sociedade
Essa visão não alcança
E proíbe qualquer pai
Dar trabalho a uma criança.
Prefere ver nossos filhos
Vivendo fora dos trilhos,
Num mundo sem esperança.

A vida era bem mais mansa,
Com um pouco de insensatez.
Eu me lembro com detalhes
De tudo o que a gente fez,
Por isso tenho saudade
E hoje sinto vontade
De ser criança outra vez…

O sal e a dor

sal na água

“O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim. – disse o jovem sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.
Logo após o velho disse:
– Beba um pouco dessa água.
O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – o jovem disse sem pestanejar.
– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não. – disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.”

Diferencie a tristeza comum da depressão

Tenho ouvido bastante ultimamente as pessoas se queixarem de depressão

e até a dúvida se não seria só uma tristeza profunda gerada por motivos os mais diversos.

Encontrei uma matéria interessante que demonstra bem as diferenças e que poderá ser útil para conhecimento.

depressão no geral

A tristeza dura entre 15 e 20 dias, enquanto a depressão pode vir acompanhada de sintomas físicos

ESCRITO POR:Priscila Gasparini – Psicóloga – Site Minha Vida

Sensações com cores

colorido

Conhecer as sensações que cada cor de roupa proporciona a quem a estiver usando, bem como àqueles que estão à sua volta,favorece na escolha da roupa ideal para o seu dia, promovendo o bem-estar interior e uma boa interatividade com o ambiente.

As cores contribuem para o estado interior, mas não anulam a individualidade.
Significado das cores nas roupas

Vermelhas

São indicadas para pessoas indispostas, desmotivadas e para quem precisa enfrentar exaustivas atividades. Vestir roupas vermelhas em determinadas ocasiões sociais põe a pessoa em evidência, tornando-a atraente e sedutora. As pessoas ansiosas ou que se irritam com facilidade ou hipertensa devem evitar.

Laranja 

 Sugerem encorajamento e bravura, sendo ideais para os momentos em que é preciso enfrentar grandes desafios, para quando a pessoa estiver se sentindo amedrontada ou deprimidaElas auxiliam na expressão verbal e corporal, despertando o otimismo e a auto-estima.Nos momentos de tensão, que podem ocasionar discussões, não é recomendado vestir o laranja.

Amarelas

São leves e joviais. Favorecem a comunicação e transmitem alegria. São ideais para os momentos de descontração e festividade.Pessoas inseguras e que precisam transmitir confiabilidade não devem vestir o amarelo.

Verdes

Sugerem equilíbrio, ponderação e bom senso, permitindo uma ampla análise da situação. Proporciona serenidade no pensar, evitando o pré-julgamento e as decisões precipitadas. São excelentes para a prática de atividades que exijam precisão. Seu uso é recomendo para quem se encontra agitado, nervoso e estressado. As pessoas indecisas devem evitar vestir o verde.

Azuis

Calma, tranqüilidade e serenidade são os principais atributos da cor azul. Roupas com essa cor são indicadas para aliviar as tensões diárias e os desgastes emocionais. Usar azul sugere uma atmosfera que facilita a aproximação entre as pessoas. As roupas de tonalidades azul-escuro são desaconselhadas para quem apresenta tendências depressivas.

Violetas

Aumentam o poder de concentração, despertam o interesse e suavizam as preocupações, proporcionando paz e elevação. Favorecem no posicionamento perante as pessoas, sendo indicadas para exercer uma função de comando, tomar importantes decisões e manter o controle de uma situação. Desaconselhadas para as ocasiões alegres, descontraídas e festivas.

Marrons

Transmitem firmeza, segurança e maturidade. São excelentes para os negócios. Auxiliam a pessoa a ser mais direta e objetiva, transmitindo seus pontos de vista com mais consistência. Não são recomendadas para os contatos afetivos, como o namoro, nem para momentos de descontração com os amigos.

Brancas

Vestir-se de branco sugere transparência e serenidade nos contatos interpessoais. Os trajes são leves, conspirando pela paz e harmonia entre as pessoas. São indicados para quem se encontra em ambientes tumultuados. Não há inconveniente em se vestir de branco.

Pretas

Suavizam os traços excessivos do corpo, sendo ideal para as pessoas obesas. Sérias e imponentes, promovem uma certa distância entre as pessoas. Por um lado, isso facilita imposição de respeito; por outro, compromete a integração entre aqueles que compartilham de um mesmo ambiente, induzindo ao isolamento.Não são recomendadas para a comunicação.Pessoas tristes, deprimidas e com baixa estima, devem evitar se vestir de preto.

 

Publicado na pág. Hierophant – Facebook