Arquivo | outubro 2014

Vários, alguns e muitos

Tem uns ditos que a gente gosta e concorda tanto, que vale a pena guardar.

Quer verdade maior do que esta?

Mesmo a gente tentando levar tudo numa boa, bem sabemos que lá no fundo não somos tão bonzinhos e perfeitos.

Nos últimos tempos, principalmente, não tenho tido a pretensão de ser bondosa com os outros e penosa pra mim rsrsrs.

E, a cada dia, vou me imbuindo de que vale a pena se amar muito, se cuidar o necessário e os outros podem arcar com o que provocam de sentimentos à volta.

Afinal não existe mal em não amar indefinidamente, em não gostar com motivos e até aturar é desnecessário quando o desgaste pessoal é notável.

Na verdade acho que estou aprendendo a ser boazinha comigo, que sei reconhecer meu esforço e boa vontade.

Egoismo? Lógico que não!

Só conscientização.

aturo

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Livre Arbítrio

conexões

O modo como Universo dança dentro de você contém o mesmo ritmo da vida lá fora. São as suas vibrações, pensamentos, crenças, atitudes e forma de se expressar que estão fornecendo matéria prima para que os acontecimentos venham até você. Quando você faz uma escolha e a imagina em sua vida, você está apontando o dedo para uma possibilidade ou um conjunto de possibilidades num vasto e infinito campo de outras probabilidades. Quando você observa a sua escolha (através de uma imagem ou imaginação), imediatamente, ela olha para você. Este contato é travado através da força do seu foco. Às vezes, achamos que nada está acontecendo, mas por trás deste campo universal há uma incrível gama de energias se formando para que o seu desejo se torne real. Tudo o que pertence ao campo em nível quântico e virtual, está aberto para nossas escolhas o tempo inteiro.

O livre arbítrio é uma grande chave, nos permite escolher qualquer coisa que nossa consciência possa apreciar. Por isso que os níveis de sofrimento estão tão atrelados ao nível de consciência.

Muitas pessoas não têm acesso ao seu próprio poder de escolha e se conformam com suas limitadas crenças sobre a vida. Cada um de nós estabelece nossos próprios limites e rompemos quando damos ouvidos a um impulso evolucionário na alma. Crescer significa estar atento à felicidade. A bem aventurança está diante do poder de nossas escolhas. Os seus sentimentos, desejos ou lembranças estão vinculados a um campo invisível que se une ao campo quântico para poder existir em nível físico. Quanto mais você estiver focado naquilo que você deseja, mais mensagens elétricas e cerebrais você estará enviando ao núcleo da sua possibilidade. Quando você olha para o seu desejo e se encanta com ele, essa escolha está também lhe encarando e se encantando por você. Você faz o convite e uma reciprocidade se faz real. E, então, o processo de atração acontecerá naturalmente em sua vida

 

V. Weyrich

José Batista de Carvalho – Mundo Natural

Sem pressa

Tulku Lama

ENTREVISTA COM UM MÉDICO TIBETANO: LAMA TULKU LOBSANG – VALE A PENA LER!

Pessoas inspiradoras

Quando um paciente chega para consulta, como o senhor sabe qual o problema?
R – Olhando como ele se move, sua postura, seu olhar. Não é necessário que fale nem explique o que se passa. Um doutor de medicina tibetana experiente sabe do que sofre o paciente a 10 m de distância.

Mas o senhor também verifica seus pulsos.
R – Assim obtenho a informação que necessito sobre a saúde do paciente. Com a leitura do ritmo dos pulsos é possível diagnosticar cerca de 95% das enfermidades, inclusive psicológicas. A informação dada por eles é precisa como um computador. Para lê-los, é necessária muita experiência.

E depois, como realiza a cura?
R – Com as mãos, o olhar e preparados de plantas e minerais.

Segundo a medicina tibetana, qual é a origem das doenças?
R – Nossa ignorância.

Então, perdoe a minha, mas o que entender por ignorância?
R – Não saber que não sabe. Não ver com clareza. Quando vemos com clareza, não temos que pensar. Quando não vemos claramente, colocamos o pensamento para funcionar. E, quanto mais pensamos, mais ignorantes somos, mais confusão criamos.

Como posso ser menos ignorante?
R – Vou ensinar um método muito simples: praticando a compaixão. É a maneira mais fácil de reduzir os pensamentos. E o amor. Se amamos alguém de verdade, se não o queremos só para nós, aumentamos a compaixão.

Que problemas percebe no Ocidente?
R – O medo. O medo é o assassino do coração humano.

Por quê?
R – Porque, com medo, é impossível ser feliz e fazer felizes os outros.

Como enfrentar o medo?
R – Com aceitação. O medo é resistência ao desconhecido.

Como médico, em que parte do corpo vê mais problemas?
R – Na coluna, na parte baixa da coluna: as pessoas permanecem sentadas tempo demais na mesma posição. Com isso, se tornam rígidas demais.

Temos muitos problemas.
R: Acreditamos ter muitos problemas, mas, na realidade, nosso problema é que não os temos.

O que isso quer dizer?
R – Que nos acostumamos a ter nossas necessidades básicas satisfeitas, de modo que qualquer pequena contrariedade nos parece um problema. Então, ativamos a mente e começamos a dar voltas e mais voltas sem conseguir solucioná-la.

Alguma recomendação?
R – Se o problema tem solução, já não é um problema. Se não tem, também não.

E para o estresse?
R – Para evitá-lo, é melhor estar louco.

???
R – É uma piada. Mas não tão piada assim. Eu me refiro a ser ou parecer normal por fora e, por dentro, estar louco: é a melhor maneira de viver.

Que relação o senhor tem com sua mente?
R – Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração.

O senhor ri muito?
R – Quando alguém ri nos abre seu coração. Se você não abre seu coração, é impossível entender o humor. Quando rimos, tudo fica claro. Essa é a linguagem mais poderosa que nos conecta uns aos outros diretamente.

O senhor acaba de lançar um CD de mantras com base eletrônica, para o público ocidental.
R – A música, os mantras e a energia do corpo são a mesma coisa. Como o riso, a música é um grande canal para nos conectar com o outro. Por meio dela, podemos nos abrir e nos transformar: assim, usamos a música em nossa tradição.

O que gostaria de ser quando ficar mais velho?
R: Gostaria de estar preparado para a morte.

E mais nada?
R – O resto não importa. A morte é o mais importante da vida. Creio que já estou preparado. Mas, antes da morte, devemos nos ocupar da vida. Cada momento é único. Se damos sentido à nossa vida, chegamos à morte com paz interior.

Aqui vivemos de costas para a morte.
R: Vocês mantêm a morte em segredo. Até que chegará um dia em sua vida em que já não será um segredo: não será possível escondê-la.

E qual o sentido da vida?
R – A vida tem sentido e não tem. Depende de quem você é. Se você realmente vive sua vida, então a vida tem sentido. Todos têm vida, mas nem todos a vivem. Todos temos direito a sermos felizes, mas temos que exercer esse direito. Do contrário, a vida não tem sentido.

(Traduzido do original em espanhol disponível em http://www.abchoy.com.ar/leercreaconciencia.asp?id=95250)

Texto revisado – Por:  Maísa Intelisano

(Tradução de Maísa Intelisano) – via: STUM

 

 

 

 

 

 

Às vezes…

Encontrei no facebook e concordo plenamente.

Clarissa Corrêa foi muito feliz em sua colocação.

Eu teria muito a dizer sobre tudo isto, mas me calo e deixo só a fé me penetrar.

 

 

Às vezes