Arquivo de Tag | força

Eu sou a força

É preciso realmente crer que a grande força que move nossa vida está dentro de nós mesmos.

Existem momentos na vida em que precisamos muito acreditar na força interna que nos é inerente.

Deus/Universo faz sua parte e nós, individualmente, fazemos o que nos cabe.

Assim tudo se complementa e se solidifica tornando-se a grande realidade.  SKforça

Anúncios

Força de pensamento

força de pensamento

Quando você pensa sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração o rodeia. Esta é a razão pela qual, às vezes, quando você está perto de uma determinada pessoa, você se sente triste sem nenhuma razão aparente. Por outro lado, na companhia de outra pessoa, você pode se sentir alegre de repente.

Os poderes da mente se desenvolvem mais e mais à medida que vamos para dentro, e se dissipam quando vamos para fora.

Até agora, os pensamentos não foram considerados como tendo uma existência física, mas é um fato que, quando você pensa um tipo particular de pensamento, as vibrações ao seu redor mudam de acordo.

É interessante notar que não apenas pensamentos mas até mesmo palavras têm as suas vibrações. Se você espalhar partículas de areia sobre um vidro plano e entoar AUM alto, o padrão causado pela vibração do som será diferente do padrão causado ao entoar RAM.

Você se surpreenderá em saber que quanto mais alto um insulto for proferido, mais feio é o padrão formado, e quanto mais bela a palavra, mais belo será o padrão da sua vibração.

Assim, por milhares de anos foram feitas pesquisas para encontrar palavras que produzem belas vibrações e se considerou se o seu impacto era suficiente para bater no coração.

As palavras são pensamentos manifestados.

Entretanto, palavras não manifestadas também carregam uma ressonância e nós as chamamos de “pensamentos.” Quando você pensa sobre alguma coisa, um tipo particular de vibração o rodeia. É por isso que, às vezes, quando se está perto de uma determinada pessoa, você se sente triste por nenhuma razão aparente. Pode ser que esta pessoa não tenha emitido uma única palavra negativa, e talvez até ela esteja rindo e feliz de tê-lo encontrado.

Ainda assim, uma tristeza toma conta de você por dentro.

Por outro lado, na companhia de outra pessoa, você pode se sentir alegre de repente.

Você entra numa sala e pode sentir uma mudança repentina dentro de si.

Alguma coisa sagrada ou profana toma conta de você. Em alguns momentos, você está rodeado de paz e tranquilidade e, em outros, de inquietude. Você não consegue entender e se pergunta, “Eu estava me sentindo muito em paz. Por que essa inquietude de repente surgiu na minha mente?” Existem ondas de pensamento em todo o seu redor e elas continuam entrando em você durante as 24 horas.

 

Osho

Energia

energia nas mãos

As energias estão ai, para quem quiser ver, pode excomungar, pode berrar, dizer que não existe, mas se você pegar nos fios da tomada sem proteção, vai receber um tranco tão grande que vai acordar!

Você não ouve, mas por onde você anda, milhares de vozes circulam ao seu redor, e para provar, basta sintonizar um rádio, ligar um aparelho de televisão, e até mesmo o seu celular e as vozes tornam-se claras…

Energias que vemos e energias que não vemos, todas elas têm uma coisa em comum: “são atraídas pela mesma frequência!” Ou seja, o que você pensa o dia inteiro, é o que vai atrair para a sua vida. Quem só fala de assaltos, de crimes, é a maior vítima desse tipo de problema. Quem só pensa nas contas à pagar, vive atolado de dividas.

Quem acredita que o amor é utopia, só namora “tranqueira”, nada dá certo. Quem inveja alguma coisa de alguém, quase sempre fica sem ter aquilo.

Pode fazer o teste: Passe uma semana sorrindo, acreditando nas suas potencialidades, sem pensar nos problemas da casa, sem pensar na pilha de contas para pagar, imaginando o dinheiro entrando, a paz no seu lar, levando flores para casa, construindo o seu mundo azul.

Não tem erro! Em pouco tempo você estará vivendo a abundância, as coisas boas vão te perseguir. Experimente!

Não desista de ser feliz, esconda aquela “hiena” duvidosa, que de vez em quando baixa em todo mundo, e viva a certeza de que o mundo tem muita coisa boa, para mim, para você e para todo mundo que resolver, que “a vida é o maior presente, e o futuro será da cor que você pintar o dia de hoje.”

(Paulo Roberto Gaefke)

E a mãe ficou velhinha

Chorei lendo esta crônica.

lágrimas no mundoChorei de saudade de minha mãe, chorei por mim – a mãe já ficando velhinha.

Chorei pelos cuidados que os filhos possam ter, pelos sentimentos que se acaba por provocar.

Chorei pela viagem a Poços de Caldas que também juro que é de caldas de doce.

Chorei pela sensação de que a vida passa e passa tão rápido que nem se sente e, de repente…… quantas mudanças nas atitudes, no semblante, nas pequenas coisas que fazem o dia a dia.

É tudo tão novo no tempo que chega que, quando se lê uma matéria assim, para-se e pensa: Mamãe envelheceu!

Sonia K.

folha envelhecida

Dá aflição saber que a mãe, sempre tão firme em sua marcha, agora precisa caminhar com mais calma.

JÁ VINHA botando reparo havia algum tempo: cada vez mais cedo ela dormia durante nossas sessões de cinema em casa ­-até no filme do Marley, o labrador arteiro que ela amava, foi assim.

Começou a faltar a ela aquela força de sempre para me dar uma empurradinha pelas calçadas esburacadas. Ganhou um desequilíbrio do nada e uma saudade de tudo. Mamãe envelheceu.

Dá uma certa aflição, não vou fazer rodeios para admitir, saber que a mãe, sempre tão firme em sua marcha aplicada com um sapato baixinho e confortável, que buscava o sustento, o futuro e a felicidade dos filhos, agora precisa caminhar com mais calma e cuidado.

Meu coração ficou como no momento do samba derradeiro, dias atrás, quando entrou pelo corredor do restaurante uma senhorinha esbaforida, com a mão machucada, semblante de susto e passinhos de quem havia passado maus bocados. E havia passado. Caiu no meio da rua. Estava entre a aflição da dor e a carência de algum aconchego.

E se a minha mãe, agora velhinha, desabasse em um algum ermo de mundo também? Será que a acolheriam com a atenção e a presteza que a mãe da gente tem o direito de receber? E se ela ficasse meio descompensada e não soubesse nem em que planeta estava?

O almoço perdeu a graça e eu só pensava nas feridas da senhorinha, que foi gentilmente atendida com cuidados orientais das mãos da dona do boteco, uma “japa” sorridente. Sosseguei quando ela garantiu que estava tudo bem e que cuidaria da velhinha.

Mãe não tem dor de cabeça, não tem fome, não tem preguiça de fazer mingau, não tem medo de barata, não tem limite no cartão para emprestar um dinheirinho, mas, de repente, ela envelhece e faz o filho pensar que ela pode sofrer sim.

Lá em casa, mamãe nunca foi “rainha do lar”. Estava mesmo é para Margaret Thatcher em meio a contas para pagar, bocas para encher, uma criança com deficiência para dar jeito. Logo, quando vi Meryl Streep interpretando a “Dama de Ferro” já cansada, abatida pelo destino irrefutável da idade, quis dar um Oscar pelo conjunto da obra para a minha “santa”.

Tudo é possível na velhice e ser velho é conquista, jamais um demérito para quem sabe aproveitar a existência. É que o tempo vai passando e ficoo anjo envelheceu aflito por diversas ocasiões de amor que ainda não vivi com minha mãe – nem a viagem para Poços de Caldas, que ela jura ser de caldas de doces, fizemos.

Não queria vê-la frágil, por mais bonita que seja a pétala. Não queria vê-la cansada, por mais nobre que seja o vencedor de maratonas. Não queria que jamais a senhora caísse, mãe, por mais que, como você a vida toda disse: “Quem não cai não aprende a se levantar”.

Jairo Marques, jornalista pós-graduado pela PUC-SP, é repórter de Cotidiano e professor universitário. Cadeirante desde criança, mantém o blog “Assim como Você” e escreve às terças, a cada duas semanas, na versão impressa de “Cotidiano”.

Baruch Spinoza – Divindade

Baruch (Benedictus, em latim) Spinoza – (1632-1677)

 

 

Se Deus tivesse falado:


“Pára de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo  mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.

Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir.

Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim.

Quero que me sintas em ti.

Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?

Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações?

Não me procures fora! Não me acharás.

Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti.”

Baruch Spinoza.

 

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu:

“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

 

Para ser livre

Eu não sei ser livre!

Ninguém nos ensinou a sermos seres livres. Desde que nascemos, somos inseridos nas tramas e teias familiares, vivendo limitados pelos pré-acordos inconscientes que fizemos como garantia de nossa “estadia na linhagem familiar”. Para termos o direito de pertencer, fomos “obrigados” a aceitar valores e condições que nos foram impostos, que nos estreitam a vida. Não temos a permissão de brilhar, nem de sermos quem somos de verdade e nem de nos realizarmos a partir da expressão de nossa alma. Se fizermos isso, traremos desconforto e abalo à nossa teia familiar e isso nos custaria a “exclusão” (energética ou real). Para cumprirmos com esse padrão, sem burlarmos as regras, precisamos frear os impulsos de nossa alma que nos levam sempre a desejar e buscar a realização plena. Esses impulsos são naturais e nos fazem brilhar intensamente. Ao longo de nossa vida, fomos percebendo que esse brilho nos causava “problemas” e precisamos encontrar meios de bloqueá-lo; e criamos situações que nos impedissem de expressar essa força da alma e começamos a criar conexões com as pessoas de forma a que tivéssemos problemas e que as mesmas passassem a nos interditar, nos “roubar”, nos ofuscar o brilho, nos manipular, enfim, criamos interações altamente destrutivas com as pessoas, somente para que não pudéssemos nos expressar com tamanha força e brilho.

Porém, alguns de nós, por sentirmos um forte anseio pela reconexão com a Consciência Divina e o retorno ao caminho de nossa essência, passamos a buscar recursos que nos levem a essa conexão. Assim, seja pelas leituras de materiais de auto-ajuda, seja através de terapias variadas, vamos caminhando, seguindo o chamado de nosso coração, por pura intuição ou pela dor. Com isso, passamos a compreender melhor as nossas ligações e dinâmicas ocultas com as pessoas, começamos a tomar consciência da realidade, desconstruindo nossas ilusões. Isto nos leva a buscar meios de romper, dissolver e definir e encerrar, energética e espiritualmente, todas as nossas conexões destrutivas. Isso tudo acontece como um processo, não existe mágica, mas um caminho contínuo.

Em determinado momento desse percurso divino, percebemos que já nos libertamos de muitas amarras, de muitas relações conflituosas e negativas, percebemos que já não estamos mais presos aos velhos jogos e disputas de poder e que já não precisamos mais que determinadas situações ou pessoas ainda façam seus papéis de carrascos e de bloqueios; internamente, já dissemos um “não” a essas amarras e buscamos firmemente a libertação.

Assim, dentro daquele contexto que estamos trabalhando em nós, finalmente nos libertamos e estamos prontos para darmos novos passos, rumo às mudanças reais pertinentes a esse contexto. Agora é uma questão de tempo para que tudo se acomode dentro de nós, para que possamos organizar e equalizar nossa energia com o novo nível de consciência que alcançamos. Podemos respirar livremente, sentindo-nos em paz, serenos, tranquilos, confiantes de que um novo momento está à nossa espera. Não nos “movimentamos” neste período, apenas absorvemos as novas energias. É tudo muito novo para nós, ainda não sabemos exatamente o que queremos, e o que e como faremos, não sabemos como dar os primeiros passos. Este saber está dentro de nós e aflorará naturalmente após este período de acomodação das novas energias. Ao aflorar, esta sabedoria interior nos impulsionará e nos conduzirá naturalmente. É um momento “mágico”, experimentamos sensações maravilhosas, a paz invade nosso coração.

Então, esse período termina e os impulsos começam a se manifestar. Mas nada acontece… começamos a sentir uma estagnação tomar conta de nós, nos sentimos letárgicos, não nos sentimos mas ansiosos, mas alheios, em “outro lugar”, que não aqui e agora. É bom sentirmos tudo isso, mas não conseguimos, ou melhor, parece que não queremos sair disso, não queremos ir além, parece que tudo o que sempre desejamos tanto e sofremos por não conseguirmos, agora nos parece algo distante de nossa realidade, não sentimos mais o mesmo desejo, parece que “tanto faz” termos isso ou não. Ficamos indiferentes e até preguiçosos. Passamos tanto tempo lutando e sofrendo, que viver esse momento de paz, faz com que desejemos ficar ali para sempre. Nossa mente está programada para o conflito e quando atinge um estado de paz e se deixa ficar ali, ela começa a gostar demais desse lugar e, como pensa que fora isso tudo é conflito e dor, então, ela prefere não sair mais dali, mesmo que isso lhe cause frustração por não estar realizando seus desejos, ela ainda acredita que fora desse estado de paz, qualquer passo que venhamos a dar, nos conduzirá novamente ao conflito, luta e dor. Então, ela “empaca” e se torna indiferente a tudo. Isto é ruim porque não há movimento, mas é bom, porque a mente começou a descobrir que existe a paz e começou a gostar dela, e isto quer dizer que, mesmo que a mente volte a criar conflitos, ela agora sabe que a paz é maravilhosa e vai desejar voltar a esse estado mais vezes e isso fará com que aos poucos essa seja a realidade para a mente: a paz, mas com movimentos e buscas.

Existe também a questão da liberdade que nos foi “tirada” e nunca aprendemos a sermos seres livres. Afinal, como é ser livre? A liberdade está em nossas mãos e nada fazemos com ela, não houve esse aprendizado. Aprendemos a sermos prisioneiros das limitações, isso sim, sabemos fazer com propriedade. Se compreendermos que a liberdade é algo novo e que ainda temos medo de sermos livres (ainda acreditamos que seremos punidos com a rejeição e exclusão), poderemos aceitar esse momento e “não fazermos nada”, mas com o desejo de encontrarmos condições internas para começarmos a acreditar e aceitar que a liberdade é nossa de direito e que é a nossa realidade divina. Não fazendo nada contra esse momento, não estaremos nos sentindo prisioneiros buscando a fuga e nem estaremos nos sentindo livres. Mas a liberdade já está ali, “instalada em nós”. Aguardar é a palavra de ordem. Precisamos desaprender os padrões de limitações e aprisionamento; estaremos livres, mas sem usufruir dessa liberdade, pois somente quando desaprendermos os padrões de limitações ficaremos livres dessas conexões neuronais que são extremamente fortes em nosso cérebro. Quando deixamos de “usar” um modelo de comportamento, ele tende a enfraquecer e a deixar de existir. Assim, não existindo esse modelo, com a liberdade à nossa disposição e com o impulso de nossa alma que clama por liberdade e expressão, naturalmente iremos dar os primeiros passos rumo à liberdade, criando um novo modelo de comportamento e atitudes saudáveis, fazendo com que novas conexões neuronais, relacionadas ao modelo de liberdade sejam estabelecidas. Quanto mais “usarmos” esse novo modelo, mais fortaleceremos nossas conexões, criando assim um novo padrão, sem medo da liberdade!

por Teresa Cristina Pascotto – crispascotto@hotmail.com