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Jesus é o cara!

 Esta reprodução da figura de Jesus, no meu conceito, é bem mais próxima do que ele poderia ter sido.

Másculo, forte, moreno, barbado.

Um homem que caminhava pelo deserto, pregando sua filosofia de eterna vida.

Alguém tão marcante que permanece na lembrança de todos, até dos que não lhe creditam santidade.

Por coincidência com o texto que abaixo reproduzi, hoje acordei

e pensei em como poderia escrever sobre as lições de paciência que venho tendo nos últimos meses.

Então me lembrei desta figura que tenho reproduzida em meu quarto em outra forma que também reflete o que penso dele

e me ocorreu exatamente a expressão:

JESUS É O CARA!

Jesus

Jesus é foda!

eu adoro essa pessoa/personagem – como prefira, leitor. Existiu ou não existiu? Santo ou rebelde? Deus ou homem? a atmosfera que percorre o Cristo é das mais intrigantes da história da humanidade. Ele é e não é, ao mesmo tempo. Se olhar como Deus, temos uma excepcional história. Se olhar como humano, temos outra excepcional história.

Não importa o ponto de partida da trama dele, todas são impressionantemente admiráveis.

eu poderia aqui percorrer e percorrer e percorrer todas as nuances que encontro dessa incrível persona, mas o retorno da minha coluna (depois de 3 semanas fora – se é que alguém notou ausência haha), não é o melhor lugar para isso. Este homem/deus é tão significativo pra mim, que está presente nos dois livros que escrevo/escrevi.

[o primeiro já fechado com uma das principais agentes literárias do brasil. o segundo, em processo de escrita]

minha literatura quase que sempre acaba por perpassar pela religião, tema que tanto me fascina e intriga e me desconstrói.

eu sou um crente.

de braços abertos pro que o divino tem pra me oferecer e, quase que sempre, o refúgio mais duradouro e acalentador.

não sou um pregador, nem tenho a intenção de justificar minha fé. é só entrar no literatortura ou no meu facebook: todas as causas sociais que julgo coerentes, estão em pauta e as defendo. Seja dos que não tem casa, aos homossexuais, ao direito da mulher etc.

e basicamente tudo isso porque eu olho e leio e releio a história desse cara, que hoje, vejam só, segundo a tradição cristã, RESSUSCITOU DOS MORTOS (!). é uma história fascinante, não?

esqueça todo o preconceito religioso que você possui – sendo ou não um religioso. Olhe para essa trama com os olhos literários. vislumbre a trajetória d’O Cristo renegado pelo seu próprio povo, fazedor de milagres, salvador de almas, que foi crucificado, morto e sepultado.

Mas, voltou.

É um mito (no sentido de arquétipo) tão forte, mas tão forte, que influenciou toda a literatura ocidental e também parte da oriental. O Messias. O Salvador. Aquele que se sacrifica pelos outros, que acolhe todas as dores e as leva pro túmulo, em prol de um bem maior.

Pense em quantas histórias não são semelhantes a essas, seja em maior ou menor escala.

eu tenho muita coisa pra falar sobre este homem, sobre a religião que se fundou em torno dele, sobre o universo religioso e não-religioso. Farei isso com o tempo, farei isso em meus livros, em minhas colunas e onde mais julgar interessante. Hoje, não tenho algo emocionante pra dizer, nem revolucionário ou uma visão inédita do homem que renasceu, ou da páscoa. A principal coisa que eu tenho pra dizer, foi a primeira a ser dita:

Jesus é foda.”

 

.GUSTAVO MAGNANIidealizador e administrador do site, da Revista e da página Literatortura; blogueiro por escolha própria e escritor por escolha própria também – já que nunca acreditou muito no conceito de destino. No momento, revisando o primeiro livro e tentando solidificar este incrível projeto literário/cultural que é o Literatortura.

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“O MISTÉRIO DO COELHO PENSANTE”

coelhinho

Estava lendo com uma amiga o livro “O mistério do coelho pensante”, da Clarice Lispector, pro Davi.

Em determinado momento, o livro diz:

“Coelho tem muita dificuldade de pensar, porque ninguém acredita que ele pense.

E ninguém espera que ele pense.

Tanto que a natureza do coelho até já se habituou a não pensar”.

Uma das conclusões da física quântica é que a realidade não existe enquanto não a observamos.

Se ninguém acredita que o coelho é capaz de pensar e se ninguém nem sequer espera que ele pense,

ele não só não pensa como também até se habitua a essa situação.

Se você se relaciona com as pessoas na sua vida já esperando que elas

“não são confiáveis”, ou “são ignorantes”, ou “são mal-educadas”,

e se você nunca espera que essas pessoas sejam bondosas,

amigáveis, gentis, inteligentes e incríveis,

acontece com elas o mesmo que acontece com o coelho da Clarice Lispector:

elas se habituam com essa situação.

Quais são as suas crenças sobre as pessoas na sua vida hoje,

especialmente quanto aos seus relacionamentos mais importantes?

Você está usando demais

o “você sempre…”, ou “você nunca…” nas suas conversas ou discussões?

O que será que aconteceria se você escolhesse ver os outros com os olhos do coração?

Que tal por essa semana focar nas coisas boas que existem no seu relacionamento?

coelho

Paula Abreu (paula@escolhasuavida.com.br)

É o fim do mundo?

“Estamos a menos de 1 mês para o fim do mundo e a única coisa que vejo sobre o assunto é uma minissérie na Globo. Afinal, o que é esse 21 de dezembro de 2012?
Esse ano surgiu um novo calendário Maia achado na Guatemala que diz que o mundo tem mais uns 7.000 anos pela frente. O que sobra pra essa data?
Desde o ano passado eu resolvi que iria criar um clima de pânico aqui no blog só pra me divertir tocando o terror. Mas o ano já está tão carregado de problemas que nem deu vontade de inventar outros mais.

O que sobra então é uma reflexão. Todos os esotéricos diziam que 21 de dezembro de 2012 sinalizava uma mudança de consciência. Como ela ocorreria é que mudava de interpretação pra interpretação. Uns estão procurando as montanhas e planícies de Goiás em busca de refúgio de alguma catástrofe física. Outros devem estar reforçando a segurança de suas casas, temendo um apocalipse zumbi. Uns estão evoluindo espiritualmente. Outros, já “esclarecidos”, vêm decaindo moral e espiritualmente. Esse movimento acontece desde sempre, mas parece que esse ano assumiu uma intensidade maior.
A impressão é que este ano vem com uma energia especial pra desatar nós. E isso é bom e mau. Bom porque podemos resolver problemas, descascar pepinos, sair da zona de conforto pra fazer o que deve ser feito. Mau porque as amarras que seguravam (pela mesma inércia) os instintos também foram soltas. Se em 1999 entramos no Salão dos Espelhos – onde as máscaras caíram e vimos nossa cara claramente – hoje nós estamos soltos no playground, sem a supervisão de adultos.

Finalmente o PT mostrou sua verdadeira face, e qualquer pessoa informada sabe agora quem é Luís Inácio Lula da Silva. Revoluções explodem pelo Oriente Médio. Israel deixou de se fazer de vítima perante os outros países. A ganância dos mais poderosos não pode mais ser ignorada diante de uma crise que assola a Europa. Isso é 2012 no macro.

Um certo ator defende o PT independente dos fatos, pra depois pedir publicamente um cargo no governo. Os revolucionários do Oriente Médio são tão tiranos quanto o tirano que tiraram do poder. Israelenses gritam “não deixem um prédio de pé em Gaza!”. Os poderosos não sofreram sanções e continuarão mandando na Europa. Isso é 2012 no micro.

E as frases de Friedrich Nietzsche serão um guia (meio torto) nesse período.
“Torna-te quem tu és”, disse Nietzsche. E cada um que faça isso da forma que entenda.
“A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.” Depende. Se você continua dando murro em ponta de faca, ela continua dura sem sair do lugar.
“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.” Fato. E é essa armadilha que aqueles que têm um esclarecimento maior precisam evitar. Mas sem deixar de lutar.
“Aquilo que não me mata só me fortalece”. Até que mate.
“Deus está morto”. Está morto, sim, mas para aqueles que necessitam de cabresto extrafísico. É o momento perfeito pra eles caírem finalmente na gandaia. O suporte emocional e familiar no mundo material também está enfraquecido, deixando a todos vulneráveis. Falta pouco para que as mães sejam só parideiras, sem controle algum sobre a educação da criança, que ficará nas mãos da mídia e de um Estado manipulador.
“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.” Música? Que música? Opa, peraí… não é que tem mesmo?”

“E quem estiver sobre o telhado não desça a tirar alguma coisa de sua casa”

 Acid é uma pessoa legal e escreve o Blog (Saindo da Matrix).

Consciência da realidade

Somos todos feitos de energia e por isso estamos constantemente vibrando e atraindo pessoas e situações na mesma sintonia. Não sei quanto a vocês, mas já passei certos apertos financeiros em minha vida. Por mais que me esforçasse no trabalho e em minhas práticas espirituais, ocorriam verdadeiros “milagres financeiros negativos” que sempre apareciam para tirar meu dinheiro e me manter sempre no nível da sobrevivência. Tinha apenas o necessário e as vezes menos, nunca mais do que isso. E buscando uma cura para isso entendi que era eu mesmo que criava todas estas limitações que vivenciei. Nesta busca aprendi muitas coisas, vou lhes passar um pouco deste conhecimento. Nossa realidade física é materializada de acordo com um sistema de crenças que temos programadas em várias dimensões de nosso ser. As crenças são programações mentais poderosas que definem quem nós somos. Apenas uma pequena parte destas crenças são conscientes, a maioria são inconscientes. Em 99% do tempo estamos criando inconscientemente.

A partir de uma crença, muitos pensamentos e situações são atraídos para justificarem esta crença. Assim funciona o mental e o emocional. Alguém pode falar “eu estou falido porque meu sócio me passou a perna”, justificando o fato com o sócio ladrão. Mas de fato o que atraiu este sócio em primeiro lugar? A bendita crença. Sempre tem uma crença por trás de tudo o que manifestamos.

Tudo o que vemos aqui são manifestações de crenças. Existem crenças coletivas e crenças individuais. A lei da gravidade por exemplo é uma crença coletiva, assim como o tempo, as necessidades fisiológicas, a morte, a separação de Deus etc. São acordos coletivos para este determinado tipo de experiência que estamos vivendo na matéria.

Agora existem as crenças individuais que temos e que definem como nós somos e como é a nossa vida. Se a vida é fácil ou difícil, se somos saudáveis ou temos a saúde frágil, se somos seguros ou inseguros, pró ativos ou reativos e assim por diante.

Elas estão enraizadas tão profundamente que acreditamos que somos aquilo mesmo e até a defendemos. Ao conjunto de crenças responsáveis por determinada faixa dimensional ou vibratória damos o nome de “matriz”, ou “matrix”, como no filme.

Mudar o padrão de limitações que trazemos já desde muito tempo é um processo de autoconhecimento e reprogramação de crenças. Para tanto, são necessários 4 coisas:

– Assumir 100% da responsabilidade por tudo o que acontece (e já aconteceu) em nossa vida. Colocar-se no papel de vítima culpando o acaso, Deus, o governo ou os outros não nos serve mais como desculpa, somos nós que atraímos e manifestamos tudo. Quando assumimos a responsabilidade por nossa vida, recuperamos o poder que demos aos outros e as coisas e pessoas passam a não ser mais tão assustadoras como quando achávamos que tudo podia nos atingir. Agora sabemos que tudo é uma manifestação de nós mesmos e o que vemos fora é uma projeção do que temos dentro. Desta forma aprendemos também a perdoar e a não sobrecarregar os outros com nossas próprias expectativas.

– Superar o orgulho e a vaidade e aprender a olhar para nossa própria sombra sem defender as inúmeras máscaras que criamos ao longo de nossa vida. Sem humildade paramos de aprender e ficamos estagnados na mesma situação, eternamente achando que os outros é que estão errados e tudo tem que mudar, menos a gente.

– Ter a motivação e disciplina para se cuidar, não deixar-se abater e procurar sempre estar vibrando o mais elevadamente possível.

– Aprender a viver com 100% de confiança e 100% de entrega. Substituir nossas crenças limitantes por outras que nos auto-empoderam e submeter a vontade do nosso ego à Vontade de Deus. Muitas vezes idealizamos algo que queremos pois aquilo é o que representa para nós uma vibração ou emoção que queremos sentir, porém Deus e nosso Eu Superior entendem de vibração muito mais do que a gente e as vezes tem algo muito melhor para nos oferecer do que aquilo que imaginamos, só que nós atrapalhamos essa manifestação com nossa teimosia, preocupação e ansiedade.

A Terapia Multidimensional ajuda (e tem me ajudado) nisso curando as origens de determinadas crenças e emoções que ainda atuam negativamente em nossa realidade, porém, trazer esta mudança para o consciente e ainda aprender a criar conscientemente é uma obrigação nossa, é parte do nosso aprendizado de vida. A TM (ou qualquer outra terapia) é muito mais eficaz quando a pessoa utiliza a este tratamento como uma ferramenta para ajudar em seu processo cura e aprendizado e não para fazer o trabalho que é o próprio motivo de estarmos aqui.

Nós somos o mesmo que Deus é. Somos seres ilimitados, porém, nesta experiência nos programamos para sentirmos como se fossemos o contrário. Para este aprendizado, nosso ego assumiu o papel de Deus e busca incessantemente através do mental e do emocional suprir a Sua falta. Isso é uma grande ilusão, na verdade Deus nunca se separou de nós, mas sentimos como se fosse o contrário, sentimo-nos como indivíduos separados de tudo e de todos. Precisamos então abrir mão de todas estas programações que defendemos como sendo nós mesmos para acessar nossa essência divina e a partir daí entrarmos no fluxo divino do amor e da abundância.

Toda esta reforma não ocorre de uma hora para outra (olha aí uma crença limitante minha!) e são várias camadas de criações mentais que temos para limpar e transmutar.

É engraçado que todos temos esta sensação de que em algum momento de nossas vidas já estivemos melhores, mas, na verdade, nunca estivemos tão bem como agora. É que as vezes temos que descer um pouco para curar certas feridas que ficaram e que estão nos segurando em vibrações mais baixas, nos impedindo de subir ainda mais. Mas não se preocupem seus aprendizados e sua consciência não param nunca de crescer!

Neste processo que estamos passando, é importante estarmos atentos o tempo todo ao que sentimos, prestar atenção nas emoções que estão nos motivando a tomar qualquer atitude durante nosso dia. Por exemplo, se precisamos fazer algo em nosso trabalho mas sentimos desânimo, ou algo nos segura, ou certa insegurança, prestem atenção nas emoções que estão por trás disso. O mesmo em casos em que ficamos preocupados ou nervosos, que alguma coisa nos tira do sério, nossas vontades, o que nos está motivando a ter certas vontades e a tomar certas atitudes. Pode ser medo de algo, trauma, programação negativa, condicionamentos, achar que precisamos nos defender ou proteger de alguma coisa, que algo de ruim pode acontecer, que teremos que fazer algo desagradável, que alguém nos prejudicará, que nos julgarão, que deixaremos alguém triste, que seremos perseguidos, várias coisas.

Tudo isso que encontrarem e também seus sintomas físicos como dores crônicas ou pontuais, doenças, sonhos ou pensamentos recorrentes, pessoas com as quais sentem dificuldades de relacionamento etc. são tópicos para reprogramarem suas crenças e que também podemos tratar nas sessões de Terapia Multidimensional.

Agora, gostaria de compartilhar algo novo com vocês. Desde a época de meu avô fala-se muito em reprogramação mental, em fazer afirmações positivas sobre o que queremos manifestar em nossas vidas. Eu pessoalmente há vários anos que as faço e, embora a TM também também tenha me ajudado muito a me livrar de certos padrões negativos, em muitos assuntos continuo manifestando os mesmos resultados desagradáveis.

Há poucos dias fiquei sabendo de uma descoberta (óbvia) de que nosso cérebro rejeita certas afirmações que considera “mentira” e até acaba reforçando o oposto, que o método para nos reprogramarmos é outro: trata-se de fazer perguntas. Por exemplo, ao invés de afirmarmos “sou rico” (nosso cérebro rejeita na hora), perguntamos para nós mesmos “por que sou tão rico?” e damos um espaço para que nosso cérebro assimile esta informação, crie as respostas no subconsciente e programe-o com as informações do porque somos ricos. Não precisamos buscar a resposta conscientemente, nossa mente faz este trabalho sozinho. Dessa forma nosso subconsciente que é o grande “manifestador” da nossa realidade pode ser reprogramado.

As perguntas devem ser todas positivas e feitas como se já fôssemos aquilo que perguntamos. Por exemplo, não é para perguntar “por que tenho medo de ficar sozinho?”, o correto é “por que estou tão bem comigo mesmo?”, “por que me sinto tão seguro?”, sempre corrigindo o padrão limitante que encontrarem em si mesmos e dando alguns segundos de silêncio mental para as mudanças ocorrerem em nosso sistema.

Eu tenho testado isso e já percebi grandes diferenças em meu humor, confiança, paz mental e ânimo. Em algumas perguntas senti até as mudanças em meus chakras! Testem com perguntas como “por que me amo incondicionalmente?”, “por que me permito ser quem eu realmente sou?”, “por que me expresso com tanta facilidade?”, “por que a vida me trata tão bem?”, “por que confio tanto em Deus e no universo?”, “por que minha mente está tão calma e serena?”, “por que sempre opto por alimentos saudáveis?” e assim por diante…

Este é um trabalho de persistência e aprendizado, de curas e transformações. Na medida em que forem se redescobrindo e encontrando seus próprios bloqueios, limitações e também seus potenciais que estavam aí escondidos, estarei à disposição para ajudá-los em suas dúvidas e no que for preciso.

Rodrigo Durante –rodrigo@terapiamultidimensional.com – site Somos Todos Um

Gentileza

Gentileza gera gentileza! E você, o que gera?

Quem conhece a história de José Datrino, que ficou conhecido como Profeta Gentileza, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, entre as décadas de 60 e 90, sabe que foi ele quem imortalizou essa assertiva – Gentileza gera Gentileza.

Tratei profundamente desse lindo tema no meu livro “O PODER DA GENTILEZA – O modo como você trata as pessoas determina quem você é”. E depois de tantos estudos, descobri que a reação das pessoas nem sempre é tão linear ou óbvia quanto imaginamos ou gostaríamos.

De modo que podemos fazer algumas reflexões. Por um lado, pode mesmo ser que gentileza gere gentileza, assim como falta de gentileza tende a gerar falta de gentileza. Algo como “pago na mesma moeda”. Entretanto, também pode acontecer da gentileza nem sempre gerar gentileza e a falta de gentileza nem sempre gerar a mesma reação no outro.

Isso significa que, diante de atitudes gentis, algumas pessoas ficam desconfiadas ou com medo de retribuir e se darem mal. Por isso, reagem negativamente. Algo como “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Assim como diante da falta de gentileza, algumas pessoas fazem questão de reagir com gentileza só para mostrar que existem outros tipos de comportamento. Algo como “dar um tapa com luva de pelica”.

Só por isso, já podemos concluir que pessoas são únicas e agem a partir de suas crenças. E crenças existem muitas. Desde as limitantes e que nos impedem de enxergar alternativas mais criativas diante de um gesto não gentil, até as edificantes, que nos destaca da mediocridade e nos torna pessoas mais alinhadas com o propósito de fazer dar certo.

A questão é: e você, o que tem gerado? Quais têm sido suas crenças? Aquelas do tipo “chumbo trocado não dói” ou “eu não levo desaforo pra casa”? Ou você tem sido daquelas pessoas raras, admiráveis, com quem a gente sente vontade de conversar, conviver, ser amigo ou até algo mais, de tão gostosas (no sentido amplo e profundo) que elas são?

E tem mais: muitas vezes, ser gentil com quem a gente vê uma vez ou outra pode ser bem mais fácil do que ser gentil com quem a gente mora, com quem a gente divide intimidades e até com quem a gente trabalha. Pessoas assim são aquelas consideradas “um doce” fora de casa e “um demônio” dentro, sabe?

É… dessas existem aos montes, infelizmente! E nem se dão conta de que estragam tudo, perdem o melhor de sua própria festa. Tomara que em algum momento antes de chegarem ao fim da vida, sejam privilegiadas com o amargo sabor do arrependimento por não estarem sendo mais coerentes com seu coração e menos preocupadas com uma máscara perfeita para exibir socialmente. E assim, possam recomeçar de um modo mais gentil!

Mas sabe o que é o pior de tudo? É quando confundimos gentileza com educação ou com romantismo. Gentileza, minha gente, não é nem educação e nem romantismo. Não se trata de dizer “bom dia”, “com licença” ou “por favor”. Nem se trata de mandar flores, preparar um jantar à luz de velas ou puxar a cadeira para uma dama se sentar. Tudo isso é lindo, ótimo e quanto mais você fizer, melhores serão seus relacionamentos, sem dúvida. Mas, ainda assim, não se trata de gentileza!

Gentileza é enxergar o outro de verdade. É escutar mais e falar menos. É ponderar no momento em que ele não concorda com você. É não revidar. É não disputar para ver quem fala mais alto. É conseguir “baixar a bola” no momento em que “o bicho tá pegando”. Sabe aquela hora que os ânimos estão exaltados, a briga está prestes a começar e você consegue respirar fundo e propor um consenso? E se não der, que ao menos proponha recomeçar a conversa quando estiverem mais calmos?

Gentileza, meu caro, é ser bem mais fiel ao que você sente do que ao seu orgulho, à sua vontade de parecer seguro, auto-suficiente e inabalável. Gentileza é, por fim, ser tão gente quanto qualquer outra pessoa, seja ela quem for. Porque, no final das contas, felicidade tem muito mais a ver com o modo como tratamos as pessoas do que podemos imaginar…

 Rosana Braga – site STUM 

 

 

Feliz Páscoa!

No sentido religioso é o dia do renascimento, do reiniciar a vida, do império da Luz, da renovação de fé nos seres.

Que cada um, em seu íntimo, possa renascer através da luz que emana e brilha pra todos. Basta crer e querer.

Acho incrível como o homem consegue sempre dar um sentido comercial às datas religiosas mais importantes.

Discordo muito do que acontece. Natal virou símbolo de gastos imensos com troca de presentes e orgias gastronômicas. Páscoa virou reino de coelhinhos saltitantes e uma profusão de ovos de chocolate. Aliás, gostaria de ainda me inteirar sobre a conotação entre coelhos e ovos de chocolate. Quem sabe o Google explica, né? O grande pai de todas as dúvidas….

Mas, afora as considerações materiais, tenham todos uma Feliz Páscoa. Se possível em reunião familiar que é sempre muito gostosa, com paz, amor, compreensão e perdão.

Eu, seguindo minhas convicções, não comprei ovos pra ninguém, nem pras crianças. Almoçaremos em casa com a presença de minha filha Renata e meu genro querido que virão logo mais de Indaiatuba. Mais tarde passarei na casa de minha menor pra dar um beijo nos pequenos.

Com certeza, será um dia de muita luz e alegria. E repleto de bençãos que recaem sobre as almas com energia positiva. Tenham todos uma Páscoa real em cada coração